Os ventos da mudança
A verdade é que abandonei minha auto-educação há tempos. Pensei que era o bastante. Pensei que tinha aprendido o necessário, mas a verdade é que “achar” não é “saber” nem “ter certeza”. Não sei como as pessoas vão encarar minhas possíveis mudanças de comportamento nesta revisita ao processo de condicionamento e disciplina mental, mas o que interessa mesmo é que vou fazê-la com vigor e sucesso. E isto não poderia trazer nada negativo, afinal, eu não quero.
Após muitos dias longe do meu querido mundo fantárdigo, volto com um textículo (ui!) que aos meus olhos usa-se de conceitos diferentes. Mudança esta nada relacionada ao ano novo ou qualquer porcaria nova assim, mas apenas a uma nova consciência e organização mental privada. Afinal vocês sabem que, se eu pudesse, eu matava mil pois eu sou cabra homem.
todo não não começamos pensando isso???
todo ano não achamos que podemos nos recondicionar???
eu tenho medo que um cristal trincado está fadado a ser um cristal quebrado.
será que esse recondicionamento é possível manter a medida que o ano continua e nos amargura?
Revisitar-se sempre é o segredo para, a despeito da idiotice de outrem, seguir vivendo de verdade.
Quanto ao Boêmio, a explicação é simples: não sou criativo suficiente para manter 2 blogues, logo, o Boêmio tirou férias permanentes, apesar de um pouco dele residir ainda no blogue novo. =)
Abraço!