Street Fighter – Parte 1
Olá novamente, amiguinhos do FMGus! Estive pensando em vários assuntos para este post, desde um textículo sobre a banda Dream Theater até uma análise do filme pornô da Regininha Poltergeist um artigo sobre o carro Nissan Skyline. Mas Skyline me lembra Japão, e Japão me lembra videogame. Videogame me lembra Street Fighter.

Chamado carinhosamente em sua terra natal de Sutorito Faita, Street Fighter é um jogo de luta muito popular da Capcom que teve diversas continuações. Você com certeza já ouviu falar dele, ou pelo menos reconhecerá um desses quatro sons:
Em 1987 no Japão foi lançada a primeira versão chamada Street Fighter. Era possível jogá-lo no console TurboGrafx-16. Mais tarde os japas responsáveis pelo jogo sairam da Capcom e, contratados pela SNK, desenvolveram jogos que guardam semelhança absurda com essa versão de SF como, por exemplo, Art of Fighting e Fatal Fury. Neste SF, você não tinha escolha: se estivesse como Player 1, jogava com o Ryu. O Ken era reservado para o Player 2, apenas em lutas com amigos. Contra o computador, após 11 adversários o chefão era o Sagat. Ele mesmo, o cara do Tiger Robocop.
Mas foi em 1991 quando o couro comeu. A Capcom lançou o maior jogo de luta de todos os tempos, Street Fighter II: The World Warrior. SF2 era inovador e supreendente. A quantidade de personagens e golpes e possibilidades ampliou absurdamente sua aceitação no Arcade, e em pouco tempo ele dominou a mente de TODOS os true nerds e true videogameiros. Não demorou muito e todos pirateavam SF2 para Arcade, SuperNES e qualquer outro videogame que existisse. Todos queriam SF2. Foi dessa maníaca onda de pirateação que surgiu aquele SF2 doido que você se lembra, onde o Ryu soltava dois Hadoken que se alternavam e o Zangief soltava um Yoga Flame pelo pé quando girava os braços.
Você sabia? Na versão americana, três dos quatro chefões têm nomes diferentes da original japonesa. O boxeador é Balrog (Mike Bison na japonesa), o viado espanhol das garras é Vega (Balrog na japonesa) e o militar é Mike Bison (Vega na japonesa). As más línguas dizem que a Capcom não quis arrumar briga nos EUA caso Don King, empresário de Mike Tyson na época, não levasse a brincadeira numa boa, uma vez que o boxeador chamava-se Mike Bison.
Enfrentando o massacre dos modernos piratas bem antes que a indústria fonográfica, a Capcom decide fazer a coisa direito: lança uma versão atualizada de SF2 em 1993, chamada Street Fighter II: Champion Edition que continha alguns diferenciais…
