Gabriel sat next to me…
My head was a mix of pain, confusion and dellusion.
Gabriel sat next to me:
- I see you trembling while your mind seems to transcend its nature and develop into an entity able to bring your body down to its knees. How come you let yourself go like that?
- I don’t know, and I’m not quite up to think about that right now. I fear for my life.
- Why do you fear? Is it you?
- Yes, Gabriel. It is me. I know there’s only one able to destroy me, and that’s me. I fear myself.
- Don’t you see you can’t build your house on a land that doesn’t belong to you? Keep yourself together. Bring yourself back, and stop planning on living an illusion. No one will be there. No one. You were born in pain, alone, it was cold and frightful. The story ends how it began. You’re no god, must I remind you, just in case you think you can change that reality.
- I thought I could if I had a partner willing to do the same. A real unity, to walk beside me wherever I am, whatever it takes. I long for that. True communion in love, in peace. Connection. Relation. Souls and bodies together.
- Poor kid. All I can tell you is what I’ve been told.
- And what is that?
- Look at yourself. Now look around you, and watch its perfection. The completion of every single thing. This is what you got. You are free to make choices. And that’s what your so-called freedom is all about. All things beyond your choices are but results, reactions and consequences of your very choices.
- I’m aware of that. But it doesn’t seem to fulfill me.
- And it shouldn’t. You’re not in a theme park. You’re in the desert, the desert of real. It is up to you to fulfill yourself and all that lies around you. Don’t feel afraid, those freaks around you are not in command. Trust life, my friend.
- What do you mean, trust life?
- Our justice if as perfect as everything else around you. There’s not even a single seed that will disappear. Just keep going on, in your righteous road. So few are up to the challenge of walking it, and you chose it by instinct. This is your life, the essence of life lying in righteousness. Remember that when the time comes, only the humble shall wield the sword of triumph.
- And I should be just swimming around, waiting for that time to come? In this sea of mediocrity?
- Don’t put yourself in such a high position. Expectations on the Misteries bring but pain and deception. I was told if the righteous sit in their court, they shall not falter. Stand behind the choices you made. If you are not guilty, then innocent you shall be labeled. In your way you must not falter. It will last until the moment it has to last and all the pain delivered by the treacherous ones will bring back peace, justice and love unto the righteous.
Dream Theater – Black Clouds & Silver Linings
13 de março 2009
Nova Iorque:
Os veteranos de Metal Progressivo do Dream Theater anunciaram o título do seu décimo álbum de estúdio BLACK CLOUDS & SILVER LININGS. A banda trabalhou no álbum – o segundo deles pela Roadrunner Records, após Systematic Chaos em 2007 – desde Outubro do ano passado.
A Roadrunner lançará o álbum em 23 de junho. Além da versão padrão do CD, o álbum também estará disponível em LP de vinil bem como uma Edição Especial com 3 discos que incluirá o álbum completo, um CD com as mixagens instrumentais e outro CD com seis músicas cover, cujos títulos serão divulgados mais tarde.
Seis semanas antes do lançamento nas lojas, a Roadrunner lançará uma música cover por semana através de lojas virtuais.
O baterista Mike Portnoy e o guitarrista John Petrucci são mais uma vez os produtores, enquanto Paul Northfield fez a mixagem da gravação.
A banda embarcará numa turnê mundial para o lançamento do álbum, começando pela Europa em Junho e depois partindo para a segunda edição da turnê Progressive Nation contando com Zappa Plays Zappa, Pain of Salvation e Beardfish na América do Norte durante Julho e Agosto.
Um vídeo do primeiro single, “A Rite of Passage” será gravado no final de Março.
A lista das faixas de BLACK CLOUDS & SILVER LININGS:
1. A Nightmare to Remember
2. A Rite of Passage
3. Wither
4. The Shattered Fortress
5. The Best of Times
6. The Count of Tuscany

- Black Clouds & Silver Linings
O Retorno do Jedi
Não esqueci do meu depósito. Acontece que tantas coisas tem acontecido que não tive tempo de escrever sobre elas. Em breve, vou voltar a postar cheio de novidades, em breve.
Boicote às montadoras de veículos
Nas últimas semanas, tenho pesquisado preços de carros zero quilômetro para efetuar uma compra. Vou descrever a jornada com detalhes e espiadas em meus pensamentos ao longo da pesquisa.
Antes de mais nada, logo pensei: “Pode haver melhor momento que este?“. A mídia está em alvoroço por causa das bancarrotas que podem ocorrer com as gigantescas montadoras de veículos. Esperando um pouco de inteligência por parte dos envolvidos no preço final de um automóvel, logo previ uma queda brusca nos preços abusivos e fornecimento de condições humanas de pagamento, sem as taxas ridículas que podem chegar a 100%a.a. num país onde a economia (sem índices mentirosos e outras balelas governamentais e midiáticas) cresce em média 8%a.a. e às vezes nem isso é repassado aos assalariados.
Ledo engano. Demonstrando uma lógica capitalista patética e digna de chacota, as partes interessadas na venda de veículos continuam rotulando os consumidores de palhaços, e enquanto estes se comportarem como tal, nunca assumirão seu papel verdadeiro que é o de comandante do espetáculo.
Nesses momentos em que a tal crise é alardeada, o coletivo deve clamar por uma nova ética, novos comportamentos, entender e responder aos acontecimentos quando estes requerem uma mudança.
O preço do carro zero quilômetro no Brasil é um dos mais altos do mundo (sim, do planeta Terra, onde somos o tal país promissor e emergente, integrante do BRIC e yadda yadda). Somos integrantes do BRIC, mas somos 70º colocado em desenvolvimento humano e nos índices de corrupção estamos lado a lado com os países mais pobres e desorganizados do mundo.
Ou seja, somos uma grande mentira maquiada nesses índices X, Y e Z. Quem está vivendo aqui, sente no pêlo o que é ser esfaqueado pelo seu próprio governo através de uma enxurrada de impostos cada vez mais estúpidos e ofensivos à integridade do cidadão brasileiro assalariado, cujos frutos do trabalho de um terço do ano são repassados passivamente para este mesmo governo que nos trata como palhaços.
Um carro zero quilômetro popular (leia-se, com o mínimo de qualidade possível para ainda ser considerado um carro) está estacionado à nossa frente. Se você comprar ele à vista, ele tem um preço bem popular de 53 salários mínimos. Ou seja, o povo que recebe R$ 415,00 por mês, pode ter um carro popular mais popular de todos após não usar nem um centavo do seu salário mínimo durante 4 anos e meio.
Ouvi dizer por aí que um ser humano não sobrevive a mais de um mês sem água e comida, mas quem disse que estamos tratando de seres humanos? É bom também saber que desses 53 salários mínimos, 20 não são usados para comprar o carro. Você dá 33 para quem produziu o carro como compra, e os outros 20 vão para o governo.
Pensando bem, acho melhor não ficar 4 anos e meio sem comer nem beber. Talvez não se chegue vivo ao final do período de economia. Vamos pensar então no financiamento. Com taxas módicas anunciadas como 0,99%a.m. mas que na verdade em média beiram os 1,50%a.m. (salve a propaganda, ainda mais quando ela é malditamente mentirosa) podemos pegar algo próximo daqueles 53 meses de economia, ou seja, um financiamento em 60 meses.
No final das contas, teremos 90% a mais no valor do carro em juros. Agora, por módicos R$688,87 durante cinco anos, todo mês, você pode adquirir o seu carro popular zero quilômetro. Você será muito mais feliz, pois de todo seu dinheiro:
- 47,37% foi para uma instituição financeira;
- 19,77% foi para o governo;
- 32,86% de todo o seu dinheiro foi utlizado para pagar quem produziu o carro, e comprá-lo efetivamente.
Sim, povo assalariado. Temos um batalhão de palhaços no Brasil, e eles não são os governantes nem clones do Arrelia. Você acha que sem o tal IPI o carro popular vai ter condições de compra melhores que esta? Pasme. As contas foram feitas no menor valor de todos os carros populares após a redução.
Um Honda CRV custa cerca de R$100.000,00 na República das Bananas, também conhecida vulgarmente como Brasil. São 241 salários mínimos, ou 20 anos da renda de um assalariado do povão. Este mesmo veículo pode ser encontrado naquele tal país odiado, que adora promover uma guerra e agora tem como presidente um personagem do Mortal Kombat II (Baraka) por R$41.400,00. Sim, 58,6% mais barato e não é considerado um super carro de luxo porcaria nenhuma, pois definitivamente ele não é.
Não aceite ser humilhado, enganado e feito de palhaço pelas instituições financeiras, pelo governo e pelas montadoras de automóveis. Eles precisam de você, e não o contrário.
Você vende 8 ou mais horas do seu dia para conseguir dinheiro, e eles precisam desse dinheiro. Eles vendem carro em troca do seu dinheiro, em troca das suas 8 horas. Pense bem antes de fazer negócio com eles. Não seja estúpido. Eles estão extorquindo o consumidor, e nós estamos sendo as vítimas passivas deste ataque ético, moral e econômico.
É hora de revidar, e tirar a renda deles. Vamos ver como eles se saem com um salário mínimo por mês. Vamos ver Darwin sorrir no seu túmulo.
Minha primeira vez
Eu sou aquele que descobriu
Que não se deve acreditar
Em uma palavra sequer, que
As promessas ditas são falsas
Sou aquele que já conviveu
Com lobos em pele d’cordeiro
Cordeiros em pele de lobo
Com todos sempre compartilhei
Eu sou aquele que se ri e
Cujos sonhos são imbatíveis
São poucos e humildes, não são
Inspirados em milagres mil
Vai à lona inconsciente
Que se ergue novamente, não
Sei se preso ou abençoado
Superpotência d’espírito
Sou infinito preso ao tempo
Viajante preso ao espaço
Não há pedra não jogada nem
Espaço nas costas sem faca
Eu sou aquele que se ri e
Cujas ações inabaláveis
Poucas e confiantes, não são
Inspiradas em heroísmo
Não há sombra de dúvida que
Por inteiro devo sempre ser
Sem dimensões, sem limites, sem
Controle algum por definição
Sou aquele que enxergou nos
Olhos firmes a porta d’alma
O amor maior que a vida
E a chegada da amada enfim
Eu sou aquele que notou na
Vida dela uma conhecida tal
Qual canção nova já ouvida
Novo prato já degustado
Sou aquele que constrói castelos
P’ra terreno e hóspedes quaisquer
Mas brande sem hesitar a espada
Em nome da vida e da amada